sábado, 5 de novembro de 2016

Só a mudança é permanente.



 No último post do blog eu falei sobre mudanças e sobre como eu mudei... Voltei, 7 meses depois, para falar sobre o mesmo assunto.

 Há um tempo, estava navegando por aí e dei de cara com a seguinte frase:


“Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda. ”

- Freud


 Então, comecei a pensar sobre o que estava fazendo, se fiz escolhas certas, se eu realmente estou vivendo ou simplesmente existindo. Bom, os dias passaram e aquela pergunta insistia em ficar na cabeça... Eu estou feliz com o que estou fazendo? Não foi difícil achar a resposta.

 Chega uma hora que cansamos de ver a vida em dias cinzas ou festas coloridas. Cansamos de conversas superficiais. Cansamos de ficar parados. Cansamos.

 Temos que reconhecer quando há necessidade de mudança, mas essa é a parte mais fácil. Mudar é muito mais difícil quando vamos pôr em prática. Há sempre um trecho da viagem que se faz sozinho...

 A hora de mudar é aquela hora em que nós olhamos para o texto, apagamos as últimas palavras e ficamos encarando o teclado sem saber o que digitar. A escolha de palavras, a escolha do futuro. Será que nós temos maturidade suficiente para tomar decisões tão grandes?

 Está na hora de fazer diferente. Não permaneça preso a ideias e pontos de vista que lhe impedem de avançar, de expandir suas concepções de amor, de sociedade, de mundo, que lhe mantêm preso no mesmo lugar, de forma desconfortável. MUDE. Mesmo que demore, mesmo que você precise mudar várias vezes, somente assim iremos olhar para trás de uma distância segura e sorrir, na certeza de foi o melhor a ser feito.

 Que não caiamos no erro de nos aferramos a estruturas que precisam se renovar. E que possamos sentir a satisfação de estarmos sempre nos superando.