No último post do blog
eu falei sobre mudanças e sobre como eu mudei... Voltei, 7 meses depois, para
falar sobre o mesmo assunto.
Há um tempo, estava
navegando por aí e dei de cara com a seguinte frase:
“Quando a dor de não
estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda. ”
-
Freud
Então, comecei a
pensar sobre o que estava fazendo, se fiz escolhas certas, se eu realmente
estou vivendo ou simplesmente existindo. Bom, os dias passaram e aquela pergunta
insistia em ficar na cabeça... Eu estou feliz com o que estou fazendo? Não foi
difícil achar a resposta.
Chega uma hora que
cansamos de ver a vida em dias cinzas ou festas coloridas. Cansamos de
conversas superficiais. Cansamos de ficar parados. Cansamos.
Temos que reconhecer
quando há necessidade de mudança, mas essa é a parte mais fácil. Mudar é muito
mais difícil quando vamos pôr em prática. Há sempre um trecho da viagem que se
faz sozinho...
A hora de mudar é
aquela hora em que nós olhamos para o texto, apagamos as últimas palavras e
ficamos encarando o teclado sem saber o que digitar. A escolha de palavras, a
escolha do futuro. Será que nós temos maturidade suficiente para tomar decisões
tão grandes?
Está na hora de fazer
diferente. Não permaneça preso a ideias e pontos de vista que lhe impedem de
avançar, de expandir suas concepções de amor, de sociedade, de mundo, que lhe
mantêm preso no mesmo lugar, de forma desconfortável. MUDE. Mesmo que demore, mesmo
que você precise mudar várias vezes, somente assim iremos olhar para trás de
uma distância segura e sorrir, na certeza de foi o melhor a ser feito.
Que não caiamos no
erro de nos aferramos a estruturas que precisam se renovar. E que possamos
sentir a satisfação de estarmos sempre nos superando.